terça-feira, 14 de outubro de 2008

Um livro é um bom amigo., Jacques-Henri de Saint-Pierre (1737/1814)


Concordo com esta afirmação, pois um amigo é uma pessoa com quem rimos, choramos e, principalmente, com quem nos identificamos. Com os livros, passa-se o mesmo: há livros com os quais choramos, outros com que rimos, e ainda outros com os quais nos identificamos.
Há livros para todos os gostos! Basta procurá-los, tal como acontece com os bons amigos: temos é de saber encontrá-los…

Liliana Madeira, 10ºA

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

UM LIVRO É UMA JANELA PELA QUAL NOS EVADIMOS, Julian Green (1900-1998)


Esta frase de Julien Green indica-me que um livro pode ser a passagem secreta pela qual nós fugimos furtivamente e onde podemos esquecer todas as nossas frustrações. Na afirmação está presente uma metáfora, pois pretende-se comparar um livro a uma janela que, neste contexto, significa a acção ou acto de escapar.
Filipe Margaço, 10ºB
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Um livro? Uma janela? Sim! Um livro é uma janela em direcção à cultura e ao conhecimento. É uma forma de, por momentos, fugirmos da realidade e vivermos noutro mundo; sentirmos algo que nunca antes imagináramos ser possível e que podemos desfrutar com prazer.
Um livro não é um mero conjunto de palavras ao acaso, mas gestos, atitudes, pensamentos, amor, admiração, dedicação, tristeza, angústia, ódio… Tudo isso procura o autor transmitir a nós, leitores, de modo a deixarmo-nos embalar nesse seu mundo misterioso de palavras.
Julien Green define a sua ideia de livro e, tal como ele, também há quem tenha a opinião de que os livros são a melhor forma, quer de adquirir conhecimento, quer de desenvolver a nossa intelectualidade.
Em Portugal, é pena que não se leia mais!... Com um vasto leque de tão bons escritores, devia-se incentivar a leitura das crianças e dos jovens.
Alexandra Videira, 10ºB
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Todos os géneros de livros são, cada um à sua maneira, janelas pelas quais nos evadimos para um mundo que não é o nosso. Um livro pode ser lido por muitas pessoas, mas nenhuma delas imagina a história e as personagens da mesma maneira. Cada um de nós pode viajar sem limites, sem precisar de sair do seu lugar, através apenas da imaginação, saltando por uma janela enorme a que chamamos LIVRO!
Marina Pereira, 10ºC

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Quando lemos um livro, sentimo-nos como se estivéssemos a flutuar pelo mundo da fantasia. Parece que tudo à nossa volta desaparece, e os únicos a terem existência somos nós e o livro. Ler livros é uma actividade muito importante porque, para além de nos enriquecer, tanto em cultura como em imaginação (pois isso vai depender daquilo que lemos), a leitura proporciona-nos uma fuga à realidade do dia-a-dia.
Jorge José, 10º A
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Um livro sempre foi, é, e continuará a ser, um bom meio pelo qual as pessoas podem ir para além da realidade, e é por isso que os livros são tão importantes.
É através de um livro que o respectivo leitor pode dar asas à sua imaginação, sonhar e, até, embrenhar-se de tal forma na história que acaba por vivê-la com todas as emoções e, por vezes, esquece-se de que aquilo tudo não passa de uma fantasia. É através dos livros que fugimos dos problemas e, por vezes, os confrontamos; é neles que podemos sonhar, por exemplo, com um mundo melhor, que nunca teremos na realidade! É o livro que consegue fazer com que as pessoas, principalmente as crianças, sejam mais sonhadoras, contribuindo, também, para que vivam mais alegres e felizes!...
Luís Ferrolho, 10ºA
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Quando estamos a ler um livro é como se entrássemos num mundo de fantasia. Podemos inventar o seu final, feliz ou triste; podemos fingir que somos as personagens desse mesmo livro; podemos ser o herói da história, ou o vilão, ou até mesmo sermos um dos elementos do par romântico da história…
Os trinta minutos consecutivos que, em média, um bom leitor passa a ler, de noite ou durante o dia, são trinta minutos mágicos, em que temos o poder de soltar toda a nossa imaginação e deixá-la voar livremente por aquelas páginas cheias de emoções.
Diogo Teixeira, 10ºA
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Quem não lê é como se ficasse sempre em casa, distante da janela, em que só pode ver uma pequena parte da paisagem e, por isso, limitar-se a uma vida sem grandes objectivos nem sonhos!..
Os livros são, sem dúvida, a janela que nos permite evadir-nos, já que se abrem para nós, de par em par, trazendo-nos o conhecimento, ao mesmo tempo que nos divertem, inquietam, transportam para longe, e fazem sonhar de olhos abertos!

Ana Margarida, 10ºA






domingo, 12 de outubro de 2008

A Lua de Joana


Um dos livros que mais me marcou até à data foi A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez. O livro marcou-me pela carga de veracidade que contém, já que conta a história de Joana, uma adolescente que, após a morte da sua melhor amiga, decidiu escrever-lhe cartas, de modo a prolongar a amizade que existia entre as duas; mas também na tentativa desesperada de compreender a amiga que se tinha envolvido no mundo da droga, de forma fatal.
Este livro levou-me a reflectir sobre o isolamento e incompreensão em que se encontram muitos adolescentes, e sobre como é tão fácil cair-se na tentação e no vício, um caminho, muitas vezes, sem regresso… É uma lição de vida que vale a pena ler!

Ana Margarida, 10ºA

Marley e eu



Um livro que me marcou foi Marley e eu. Li-o há pouco tempo e, por acaso, na primeira vez em que lhe peguei, nem lhe prestei muita atenção… A história fala de um cão que, ao longo do tempo, conseguiu “ensinar” alguns valores aos seus donos, tais como a lealdade e a amizade. Sendo Marley um cão mal comportado, não seria de esperar que tal acontecesse… Depois de o ler, comecei a olhar para os cães de outra forma, e a tentar descobrir e perceber algumas das suas “atitudes”que, por vezes, parecem ser muito mais do que meros instintos!

Catarina Morgado, 10ºA

Alice entre dois amores


O livro que mais me marcou foi Alice entre dois amores, porque fala sobre uma adolescente que descobre muitos sentimentos e emoções novas ao entrar nesta fase tão especial da sua vida.
Alice chega à conclusão de que precisa de estabelecer prioridades na sua vida, a primeira das quais é conseguir que a sua professora preferida, Miss Summers, se case com o seu pai e se torne sua madrasta, visto que Alice perdeu a sua mãe quando tinha apenas quatro anos. O problema é que o vice-director da escola também quer casar-se com Miss Summers, e esta última parece ter dificuldades em decidir-se. Ao mesmo tempo, Alice enfrenta uma situação delicada na sua vida pessoal: tem dois rapazes interessados nela! Um deles é o seu namorado de sempre, Patrick, o outro é Sam, colega do Clube de Fotografia. Assim, Alice vai ter de decidir com quer ficar e, ao mesmo tempo, fazer de tudo para juntar o seu pai com a sua professora…
No final, ela consegue o que pretende e continua com o seu namorado de sempre, no meio de muitas aventuras, que envolvem, quase sempre, as suas duas melhores amigas… Coisas de adolescentes, sem dúvida!

Marina Pereira, 10ºC

ACONTECEU COMIGO


Não sou grande fã de livros juvenis. É algo que não me atrai muito… Mas também não são aqueles livros escritos em português do século XVI que me cativam!
Eu gosto de livros que falem sobre a vida real, sobre problemas reais, de pessoas reais. É certo que também aprecio histórias com personagens fictícias, mas que tenham problemas reais, e não problemas surrealistas que, na nossa vida real, seriam impossíveis de resolver!
Um dos livros que mais me marcou até hoje foi o livro Aconteceu Comigo. Trata-se de uma compilação de vários relatos de jovens que tiveram de enfrentar várias dificuldades, como a violação, a anorexia, a homossexualidade, problemas familiares, entre outros. Li este livro porque, na altura, estava a escrever uma peça de teatro, e precisava de alguma inspiração para cumprir o meu objectivo: escrever sobre problemas reais, de jovens reais, e o livro em questão revelou-se uma ajuda preciosa, ao mostrar-me os verdadeiros obstáculos com que os jovens podem deparar-se.


Jessica Lage, 10ºC



quarta-feira, 8 de outubro de 2008

ELIZABETH, A IDADE DO OURO





O livro Elizabeth, A Idade de Ouro é um romance, de Tasha Alexander, que remonta a um período de guerras religiosas.
Em Inglaterra, reina uma rainha protestante que luta contra os católicos Espanhóis, sendo o seu principal inimigo, o Rei Filipe. A corte relembra frequentemente à rainha que deveria casar-se e deixar descendência, o povo chega mesmo a apresentar-lhe uma petição a exigir-lhe que case.
Entretanto, Isabel era alvo de conspiração por parte de Maria I (Maria é a ex-rainha da Escócia e prima de Isabel I). Depois de vários ataques à rainha, por parte de Maria I, os conselheiros pedem-lhe para mandar executar Maria I. Porém, Isabel não concorda de imediato, pois lembra-se do que aconteceu à mãe, Ana Bolena, que morreu executada antes de Isabel completar três anos. Ana Bolena tinha sido acusada de adultério.
Isabel apaixona-se por Walter Raleigh, o capitão de um galeão que procura novos territórios para futuras colónias inglesas e que acaba por atracar em Inglaterra. Inicia-se, assim, uma parte do romance, recheada de emoções, sentimentos, ilusões e desilusões…
Raleigh, à medida que se apaixona por Isabel, também se apaixona por Bess, uma rapariga extremamente bonita, e, além disso, a aia preferida da rainha. Raleigh e Bess começam a encontrar-se às escondidas, pois sabem que para uma aia ser cortejada , é necessária a autorização da rainha e ambos sabem que Isabel nunca irá concedê-la, pois também ela ama Raleigh. Ainda assim, Isabel consente que Raleigh e Bess namorisquem, tendo como última finalidade fazer com que Raleigh esteja próximo de si. Entretanto, são encontrados papéis com nomes de portos ingleses que haviam sido atacados por Espanha, tendo este plano de invasão ficado designado por “ A missão de Inglaterra” e sendo Maria I o centro da conspiração.
Os Espanhóis querem o povo de novo nas igrejas, pois Filipe não quer ser governante de hereges.
Raleigh é nomeado capitão da Guarda pessoal da rainha, o que o impede de partir. Maria é executada, depois de se provar o seu envolvimento no atentado à rainha. Gera-se uma guerra entre as forças religiosas dos dois países.
Isabel junta-se ao seu exército em Tilbury para incentivar as suas tropas. É um momento deveras emocionante, que mostra a grande força e determinação que esta rainha impôs.
Raleigh também participa na guerra, pois é um marinheiro hábil, um combatente experiente e alguém capaz de motivar o exército Inglês.
A frota e o exército regressam a casa! A Inglaterra acaba por vencer Espanha. Isabel é aclamada e conquista definitivamente o seu povo.
Trata-se de um livro que cativa desde o primeiro instante, pela forma dinâmica, envolvente, até empolgante, como está escrito. Ao mesmo tempo que aprendemos sobre um período de ouro da História de Inglaterra, acompanhamos a par e passo uma história de amor que acaba por ser posta em causa, quando o destino de uma grande nação toma dianteira.

Elisabete Prudêncio, 11ºC